terça-feira, 24 de agosto de 2010

Jornal Hoje: brasileiro que carregava Bíblia e folhetos evangélicos é preso no Egito

Mais um exemplo de perseguição contra as pessoas que se arriscam a divulgar as boas novas em outros países . Dessa vez, aconteceu com o guia turístico brasileiro Dagnaldo, que foi detido no último dia 17, depois que foram encontradas Bíblias e folhetos evangelísticos com ele. A reportagem foi ao ar no Jornal Hoje desta terça. Oremos para que Deus o proteja e pela conversão desse povo.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Os 10 piores países do mundo para evangelizar

A Missão Portas Abertas divulga anualmente uma lista com os países que mais perseguem os cristãos. Confira no vídeo abaixo, quais são os 10 primeiros colocados em 2010.

Fonte: http://www.portasabertas.org.br

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Evangélicos serão maioria no Brasil em 2022. O que você acha disso?




Uma recente estimativa da SEPAL, baseada em dados do IBGE, aponta que a população evangélica brasileira deverá ser de 106 milhões de pessoas, ou seja, 51,4% do total da população do Brasil em 2022, constituindo, portanto, maioria absoluta no país daqui a 12 anos. Para que isso ocorra, basta que a proporção de crescimento dos últimos anos se mantenha mais ou menos constante nos próximos anos. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

É um crescimento bastante relevante, se considerarmos os dados do IBGE. Segundo estimativas do instituto, o Brasil possui atualmente cerca de 45 milhões de evangélicos, o que representa 23,8% da população brasileira. O último censo realizado no Brasil, no ano 2000 (pois o de 2010 ainda está sendo realizado), apontou que havia no Brasil 26,02 milhões de evangélicos, o que correspondia a 15,4% da população daquele ano. Dessa forma, caso as estimativas se confirmem, o número de evangélicos no Brasil deverá mais que dobrar em relação a 2010 e quadruplicar em relação a 1991.

De acordo com a SEPAL, desse total de evangélicos, boa parte será composta por pentecostais ou neo-pentecostais. Isso porque, segundo os pesquisadores, esses dois grupos atuam mais intensamente na comunicação de massa e na pregação extremamente voltada para salvação, se comparados com os evangélicos históricos (presbiterianos, batistas, metodistas, luteranos, etc.). Mas os pentecostais não perderão espaço para os neo-pentecostais, pois além de serem a grande maioria, os pentecostais crescerão em torno de 7,5%, contra 6,7% dos neo-pentecostais.

 A SEPAL estimou ainda a evolução no número de igrejas evangélicas no Brasil. De acordo com a pesquisa, o número de igrejas, que em 2000 foi de 141.540, deve chegar a 289.701 este ano e evoluir para 575.402 em 2022. Um número esperado, tendo em vista o crescimento de evangélicos no período, mas os pesquisadores fazem uma observação: à medida que a igreja cresce, a razão membresia / freqüência tende a cair.

Diante de todos esses números, fica uma pergunta: há motivos para comemorar? Ao leitor, deixo a resposta.

EF

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Somente Deus para preparar caminho no deserto

"Uma voz clama: No deserto preparem o caminho para o Senhor; façam no deserto um caminho para o nosso Deus." (Is 40.3 - NVI*)

 Muitos sabem que o versículo acima, bem conhecido da Igreja, é uma profecia acerca de João Batista, que se destacou por pregar a mensagem de arrependimento ao povo judeu e que, dessa forma, preparou o povo para receber o Salvador. O que gostaria de destacar aqui, no entanto, é a dimensão desse trabalho ao qual João Batista foi comissionado. Não bastasse a responsabilidade de construir um ambiente favorável para a anunciação do Evangelho, João Batista teve que pregar para um povo que não estava nem um pouco disposto a ouvi-lo.

É aí que se percebe a grandiosidade da figura do caminho no deserto. Para o povo que vivia naquela região, a paisagem de deserto mais comum é que você pode observar na fotografia acima (retirada do site khanelkhalili). Ou seja, horizontes a perder de vista, muitas pedras, cascalhos, vegetação arbustiva e uma camada de areia que geralmente não chega a formar grandes dunas. Mas que, com a ajuda dos fortes ventos da região, é suficiente para encobrir quaisquer pegadas ou qualquer caminho em pouco tempo. Portanto, construir um caminho perene, ainda mais reto, dentro do contexto em que a profecia foi escrita, era uma tarefa racionalmente inviável.

Mas Deus é capaz de fazer até o que para o ser humano é impossível. O nosso Deus é um Deus que atua em ambientes inóspitos para dali produzir grandes milagres. Somente o Senhor é capaz de transformar corações de pedra, endurecidos pelo pecado, em corações contritos. João Batista, sozinho, jamais teria conseguido cumprir com a missão para a qual foi designado se não se colocasse em posição de total dependência em relação ao Senhor.  Confiar que Deus prepara caminho reto no deserto foi a condição fundamental para que ele e para que nós alcancemos êxito. Ao Senhor seja a Glória.

EF

 * escolhi a Nova Versão Internacional (NVI) como tradução porque ela é a que apresenta maior coerência entre a primeira e a segunda parte do versículo, além de concordar com o texto hebraico. Mas vale observar que na segunda parte do versículo há concordância entre a popular tradução Almeida Revista e Corrigida (ARC) e a NVI. Na ARC, a segunda parte diz "endireitai no ermo vereda a nosso Deus", que numa linguagem mais atual significa endireitai no deserto caminho a nosso Deus.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Dica de livro: O Fator Melquisedeque

A cultura indígena ou pagã é um mau a ser combatido pelos missionários? O fato de a Bíblia ter sido escrita por judeus faz com que este povo seja mais privilegiado que os demais? As pessoas que morrerem sem serem alcalçadas pelo Evangelho poderão ser salvas? A crença num Deus único é fruto da evolução de religiões politeístas tribais? As respostas para essas e outras perguntas podemos encontrar no livro "O fator Melquisedeque", do missionário estadunidense Don Richardson (editora Vida Nova).

O livro recebeu esse nome em referência ao personagem bíblico Melquisedeque, para o qual Abraão prestou homenagem, conforme a Bíblia registra em Gn 14. Não obstante ter sido pouco mencionado nas Escrituras, Melquisedeque evidencia que Deus também se revelou à pessoas que não faziam parte da linhagem abraãmica, desde tempos remotos. E que o fato de não serem filhos de Abraão não as fazem menores, mas pelo contrário. Richardson argumenta a respeito da grandeza de Melquisedeque citando a profecia de Sl 110.4, que afirma que Jesus Cristo é sacerdote para sempre segundo a ordem de Melquisedeque, indicando que essa ordem é maior que a ordem levítica, que tem origem em Abraão.  

Recheado de testemunhos fascinantes do próprio missionário, em tribos da Ásia e Oceania, inclusive em meio a praticantes de canibalismo, "O fator Melquisedeque" é um livro surpreendente, que deve ser livo por todos que são ou que desejam ser missionários. Mas que - graças à sua linguagem acessível e à sua narrativa envolvente - merece ser lido por todos os cristãos que desejam ampliar sua visão sobre povos pagãos.

EF